Sou um animal, não sou uma estrela
Quando te lanço meu riso de farpas/
Queimo- te em mim e jorro na tua face brasas em brasa nas palavras
Detenho- te na fuga com mais veneno
Paraliso o teu Eu pondo- te pequeno
Com uivos de gritos estridentes
Desafio- te nesta luta em desgarrada
Pego em tuas mãos ainda carentes
Vou ferir- te com a pujança dos meus dentes
Sou um animal e tenho garras que te prendem
Na minha lingua assédios que estripam as tuas falas
Aninha- te perante mim, desdenho as tuas guias
Corto- te ideias mas isso nao querias
Sou um animal e as vezes gosto
Rio- me ferindo- te assim
Porque sou um animal tenho o poder
D^e obrigar- te a vir a mim!
Sou um animal e nao uma estrela
Continuo o doce sabor,
Usando a tua compaixão
Faço tripas meu Amor!
Que grande me faço
Maior me pareço no desdém,
Tenho de esconder o que vai dentro
Pois estrela sou também!
E Porquê tudo isto? Perguntas tu impotente!
Sou um animal nao sou uma estrela
Pois de ti" estou" dependente!
10 de Abril, 2011